Arquivo | julho 2014

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Cerejas

Meu outono se faz janeiro, ano inteiro. Num sarcástico e precoce cair de folhas. Dos cabarés santos chamados igrejas, sou eu do puteiro, que morde as cerejas. E assim, sem compromissos, cervejas. O que ensejas velejando, marejas. Puteando festejas, fazendo amor sejas tu a arremeter me, sobre-mesas. E o que sou eu refeição, ou sou […]